PREFEITO BENJAMIN RECEBE COMISSÃO GESTORA DA DTA ENGENHARIA, EMPRESA QUE REALIZARÁ DERROCAGEM DO PEDRAL DO LOURENÇO

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O prefeito Benjamin Tasca recebeu nesta terça feira (26) a visita técnica do alto escalão da DTA ENGENHARIA, empresa que fará a obra de derrocagem do Pedral do Lourenço. Este primeiro contato da empresa com o município foi representado institucionalmente pela Gerente de Meio Ambiente, Lígia Módolo Pinho; a Coordenadora de Meio Ambiente e Estudos de Impactos, Ana Cláudia Abreu e o Gerente de Dragagem, Gustavo Luiz Giordano.

Também participaram do encontro, o Secretário de Meio Ambiente Giovanni Tabosa e sua equipe SEMMA, os Assessores de Governo Antonio Dias Leite e Melquiades Justiniano da Silva e o empresário Elias Cunha, diretamente da sala de reunião do prédio de serviços sociais “Poupa Tempo”.

Neste primeiro momento, a equipe de Gerência Técnica da empresa DTA apresentou para os agentes públicos municipais, as etapas iniciais do processo de observação, anotações técnicas para conhecimento ambiental e o diagnóstico que subsidiará as audiências públicas com às comunidades ribeirinhas e toda a sociedade diretamente interessada.

Segundo a Gerente de Meio Ambiente/DTA, Lígia Módulo Pinho, este primeiro contato deverá acompanhar todo o processo de cheia e vazante do Rio Tocantins para avaliar todos os vetores ambientais que avaliam o leito (calha hidronavegável) e a influência do rio nas atividades econômicas que incluem a pesca, o transporte e o turismo na região. Conforme a gerente, este trabalho deverá durar aproximadamente um ano até a sua conclusão.

O prefeito Benjamin disse aos membros da DTA que o governo municipal dará todo o apoio necessário, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente/SEMMA, para que estes estudos iniciais possam acontece dentro do cronograma planejado e se colocou a disposição para acompanhar este processo que ele considera vital para dar sustentabilidade e todas as condições técnicas necessárias aos debates nas audiências públicas com as comunidades e sobre a necessidade de informar a opinião pública dos impactos que possivelmente possam ser gerados no meio ambiente e, sobretudo, na vida da população que vive do rio.

“Queremos a obra, mas é necessário que ela seja trabalhada de forma séria e respeitando o equilíbrio com o meio ambiente e, mais do que tudo, que não seja prejudicial às culturas e a vida sócio-econômica dos homens e mulheres que vivem do rio Tocantins nas suas variadas formas de subsistência e, principalmente, da pesca que é a maior atividade econômica que garante a vida na região”, finalizou Benjamin.

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